O CPSB está a desenvolver um novo projeto que responde às necessidades dos mais novos e às mais recentes normas. A substituição do piso e as dimensões dos equipamentos são as principais questões em consideração neste projeto que tem como previsto um investimento de 20 mil euros.
Adaptação do edifício para obter a licença de utilização conforme a legislação atual, requalificando a infraestrutura e aumentando a capacidade de resposta para idosos e crianças. O projeto, com investimento previsto de 2 milhões de euros, será financiado por capitais próprios, financiamento público, empréstimo financeiro e ações de angariação de fundos.
Há mais de 50 anos que o Centro Paroquial de São Bernardo é um pilar da freguesia de São Bernardo, ajudando-a a crescer em solidariedade e dinamismo económico, sendo actualmente um dos maiores empregadores da freguesia. Hoje, o futuro desta casa – e de quem dela depende – está em risco.
No ano de 2019 foi iniciado um processo de capacitação para elaboração do diagnóstico de necessidades organizacionais, no âmbito de uma candidatura ao Eixo 4 do Programa Cidadãos Ativ@s. O Diagnóstico identificou áreas com maior necessidade de melhoria e originou um plano de ação, visando a capacitação do CPSB para melhorar sua gestão e desempenho.
Projeto intergeracional que promove a troca de uma mala com objetos, atividades, canções e filmes entre idosos e crianças do 2º Ciclo do Centro de Atividades de Tempos Livres do CPSB. Visa melhorar o relacionamento entre as gerações, promover o envelhecimento ativo, a inclusão social e a transferência de cultura e valores.
O projeto de estimulação da Consciência Fonológica, implementado no Centro Paroquial de São Bernardo desde 2014, foi desenvolvido pela Terapeuta da Fala Sylvie Capelas, com apoio da Professora Doutora Marisa Lousada da Universidade de Aveiro. O projeto visa evitar o insucesso escolar ao estimular e treinar a Consciência Fonológica, uma habilidade crucial para a leitura.
Em 2024, o CPSB terá de substituir o autocarro de transporte de crianças, conforme a Lei n.º 13/2006, que proíbe veículos com mais de 16 anos. Este investimento de 160 mil euros é essencial para continuar a transportar 273 crianças em atividades escolares e visitas, percorrendo 36.400 km anualmente.